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Livro de poesias Linhas de Segmentaridade
Explore o modernismo poético em 'Linhas de Segmentaridade', uma jornada de poesias concretas e contemporâneas. Gilles Deleuze influencia essa obra que quebra a dialética e mergulha no movimento das intensidades. Uma leitura que desafia a razão e convida à reflexão.
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Sinpse:
Um livro de poesias concretas em uma leitura cheia de versos filosóficos e mensagens para reflexão. Uma produção da literatura brasileira para quem gosta de refletir, pensar nos versos e interpretar as imagens. Linhas de Segmentaridade trata-se de um livro de poesias ultra modernas que descreve este movimento dialético, buscando rompê-lo. A mais no universo que a mera repetição das experiências. Para tanto, apela aos movimentos puros de intensidade, em processos perceptivos, afetivos e intelectos.
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Gilles Deleuze sugere a representação orgiástica da natureza, apelando a um Deus onipotente órfão de si mesmo, que ao se alienar na natureza teria produzido eventos potentes o suficiente para se entrelaçar, a fim de então recompor tal Deus.
Assim é tratada a dialética, teoria que subordinaria a experiência da diferença ao idêntico, como o universo que gesta a si mesmo a partir de uma Ideia onipotente, para então, se estilhaçar em uma nova gestação, em um ciclo sem fim.
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Linhas de Segmentaridade trata-se de um livro de poesias ultra modernas que descreve este movimento dialético, buscando rompê-lo. A mais no universo que a mera repetição das experiências. Para tanto, apela aos movimentos puros de intensidade, em processos perceptivos, afetivos e intelectos.
A percepção, como é narrada, busca incarnar no mundo os órgãos do sentido, sempre buscando movimentos transitórios de intensidade. Já o afeto, é compreendido como deixar-se tocar, estar aberto, ao devir da intensidade potente, aquilo que nos permite paixões ou angústia. Finalmente, o intelecto, está arrolado à experimentação, em oposição à interpretação, pois os versos narrados são experiências, aquilo que está no curto-circuito entre a razão e o sensível.
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Em uma cadência ritmada, busca-se a harmonia, os segmentos, entre o puro caos-mor da experiência da diferença pura. Pois o universo tende a se diferenciar, tanto quanto se repetir.
O prefiro ultra da qualificação ultra moderna do presente livro remete aos movimentos de intensidade pura, aquilo que foge ao escopo da razão. Porém, arrolado a ela, permite se segmentar, produzindo a subjetividade singular.
Assim é o modernismo de Linhas de Segmentaridade, que abraça o movimento antropológico de autofagia para experenciar o novo.
A Náusea
"Livro com poesia concreta, para quem curte leitura de versos com formatos de imagens e figuras. A melhor dica para quem quer ler livro de poesias que é pura arte literária, com abordagens reflexivas e filosóficas. As poesias criam imagens e transmitem mensagens que trazem ao leitor uma sensação de entendimento e reflexão. ""Náusea... sentido que se tem quando se vê algo que classificamos como nojento, mas também quando nos vemos em situação de estresse. Este livro de Breno Pitol Trager é uma nova significação do que já conhecemos como náusea. Escrito em poesia concreta, com estilo pós-contemporâneo, o livro é uma mistura entre doxa e maiêutica, entre reflexão de forma crítica, às vezes filosófica, assim como apresenta o opinar revestido de preceitos, de forma informal. Os versos se configuram em imagens aparentemente engraçadas, trazendo, à primeira vista, apenas algumas palavras com letras desconexas, mas sobretudo revelam questões que envolvem assuntos diversos do cotidiano brasileiro. Não basta olhar os versos lendo, é necessário se inspirar no seu cognitivismo buscando em cada página o essencial narrado pelo autor, o que ele nos afronta a refletir. Não é apenas a sinopse que ter permitirá entender o livro, mas ver, tocar, ler e respirar cada página. Este livro é um convite à leitura e à apreciação a uma bela manifestação da arte literária""."
Tendão de Vênus Pedicuros Nós Viemos
E se poesia lírica, como sonetos, mas não só, se tornassem poesia visual? Eis a ideia abraçada nesta obra. Com o lirismo estético de dois quartetos e dois tercetos rimados, Tendão de Vênus Pedicuros Nós Viemos vem ao mundo, unificando a experiência da escrita neoclássica, com a experiência visual! O amor permanece vivo, no colo do pedicuro, que afia o alicate, a lixa e o algodão buscando remediar o ponto fraco da vivência amorosa, o tendão. Assim é o modernismo deste livro, cujo texto cuidadosamente escrito se articula a ilustrações, nem sempre óbvias, atiçando a percepção, a imaginação e a memória nostálgica do leitor.
Perfuratrix
Brocas no epicentro, tribunas legislando o amor, mineradores perfurando mármore Carrara, saqueando criptamoedas, regozijam-se no mar entre matema da filosofia do gozo: 1 + 1 = n – 1
Se clonar o menor número ímpar é a fórmula para a felicidade nas bolhas de dois polos, como mãe e filho, amante e amado; se iguala também à fórmula n – 1, pois a multiplicidade n não deixa de operar em sua própria consistência a captura dos padrões, estas somas simplórias e unívocas.
Em estética poética ciberpunk, aborda-se a simulação do padrão vazio, imaginário, que atualiza o virtualmente possível, ambos atual e virtual são Reais, porém como exercer a virtude em um mundo imbuído de viroses?
Iconokratos
Um rapaz de inspiração psicanalítica, especialmente a de Lacan, ainda na infância, formula um matema, equações semióticas sem pretensões de veracidade para ilustrar a igualdade de gênero…
f (x) = y > x² =/= xx v xy
Função do gênero x igualado ao gênero y é maior que potência de x diferentemente em recessivo xixi ou de dominante falo.
Sobretudo, será que a história de Bone Warscrew faz justiça ao seu brilhantismo psicanalítico? Entre altos e baixos, vida e morte, política e diversão, o futuro reserva a ele altos casos e causos de justiça familiar.
Livro de poesias concretas Autopoiéticos
O livro de poesias concretas Autopoiético, a mais recente obra do talentoso poeta Breno Pitol Trager, é uma imersão fascinante no universo das poesias concretas contemporâneas. Neste livro, o autor nos conduz por um labirinto de palavras meticulosamente construídas, onde cada verso é um convite à reflexão e à contemplação filosófica.
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A palavra "autopoiética" revela-se como o cerne desse intricado mosaico literário, onde as poesias não são apenas palavras no papel, mas um processo vivo de autoprodução de significado. Trager nos guia por um mundo onde a linguagem se reinventa a cada página, criando um diálogo entre a forma e o conteúdo, entre a estética e a profundidade.
Neste livro, as poesias não são apenas uma expressão artística, são janelas para o pensamento humano em sua forma mais pura e multifacetada. O autor brinca com as palavras de forma inteligente, mesclando humor e filosofia em uma dança poética que desafia e encanta o leitor.
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"Autopoiéticos" é mais do que um livro de poesias; é uma experiência literária que transcende as fronteiras do convencional. Cada página é um convite para explorar o inexplorado, para mergulhar em um oceano de imagens que despertam a curiosidade e alimentam a mente. É uma obra que desafia as expectativas, convidando o leitor a repensar o significado das palavras e a apreciar a beleza da linguagem em sua forma mais autêntica.
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Prepare-se para uma jornada poética única, onde a mente é desafiada e a imaginação é alimentada. "Autopoiético" é mais do que um livro, é uma obra de arte literária que transcende as fronteiras do comum, deixando uma marca indelével na alma daqueles que se aventuram por suas páginas.
Às Margens Profundas
“Mais profundas que o leito, são as margens” é com esse verso que se condensa a proposta poética desta obra. O que significa estar às margens? Significa nadar contra as correntezas, mas ainda assim numa piracema fecunda! Com uma cadência ritmada muitas vezes em poemas metrificados, e outros mais livres, espera-se que o nadar às margens se torne uma empreitada afável, doce, mas também crítica. Sigamos Às Margens Profundas.”